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domingo, 7 de abril de 2019

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919 - 2004)

Sophia de Mello Breyner Andresen, nasceu no Porto a 06 de novembro de 1919 e destacou-se como poeta.
Em 1981 foi condecorada como a Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'lago da Espada, em 1987 recebeu a GrãCruz da Ordem do Infante D. Henrique e em 1998 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'lago da Espada. Em 1999 recebeu o Prémio Camões (foi a primeira mulher a receber este galardão).
Faleceu a 02 de julho de 2004 e o seu corpo está no Panteão Nacional desde 2014 e tem uma biblioteca com o seu nome em Loulé.




domingo, 27 de janeiro de 2019

Amália Rodrigues (1920 - 1999)


Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, nasceu em Lisboa a 1 de outubro de 1920 e destacou-se como cantora de fado.
Amália Rodrigues é geralmente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. 
Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado e, por consequência, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa, foi considerada por muitos como uma das suas melhores embaixadoras no mundo.
Ordens honoríficas portuguesas:
  • A 16 de Julho de 1958 é feita Dama da Ordem Militar de Sant'lago da Espada. A distinção é entregue por Marcelo Caetano na Feira Interncional de Bruxelas;
  • A 16 de Fevereiro de 1971 é elevada a Oficial da Ordem Militar de Sant'lago da Espada;
  • A 9 de Abril de 1981 é feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique;
  • A 4 de Janeiro de 1990 é elevada a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'lago da Espada, entregue por Mário Soares no Coliseu dos Recreios;
  • A 27 de Julho de 1998 é elevada a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
Ordens estrangeiras:
  • Em 1970 é feita Dama (Chevalier) da Ordre des Arts et des Lettres, de França;
  • Em 1971 recebeu a Ordem Nacional dos Cedros do Líbano;
  • Em 1985 é elevada ao grau de Comendadora (Commandeur) da Ordre des Arts et des Lettres, de França entregue por Jack Lang, Ministro da Cultura
  • Em 1990 recebeu o grau de Grã-Cruz da Ordem de Isabel a Católica;
  • Em 1991 recebeu o grau de Dama (Chevalier) da Légion d'honneur de França, entregue pelo presidente itterand.

Faleceu a 06 de outubro de de 1999 e está sepultada no Panteão Nacional, entre os portugueses ilustres.

Raul Solnado (1929 - 2009)


Raul Augusto de Almeida Solnado nasceu em Lisboa a 19 de outubro de 1919 e destacou-se como ator e comediante.
Em 1961, Solnado atingiu o auge da sua popularidade com a rábula A História da Minha Ida à Guerra de 1908, representada pela primeira vez na revista Bate o Pé. A rábula seria mesmo transcrita para disco, tornando-se um fenómeno de vendas pouco usual para a época. Contudo, ao longo da sua carreira teve muitos mais êxitos não só como ator mas também como apresentador de televisão. Pensador crítico fundou o Teatro Villaret e criou a Casa do Artista.
A 9 de Junho de 1982 foi feito Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2002 foi homenageado com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa e recebeu, a 10 de junho de 2004 a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

Faleceu a 08 de agosto de 2009 em Lisboa



Armando Cortez (1928 - 2002)


Armando Cortez e Almeida, nasceu em Lisboa a 23 de Janeiro 1928 e destacou-se como Ator. Para além de ator foi encenador, argumentista e produtor.
Em 2000 foi agraciado por Jorge Sampaio com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Faleceu a 11 de abril de 2002 em Lisboa.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Eunice Muñoz (1928 - ...)



Eunice do Carmo Muñoz nasceu a 30 de julho de 1928 em Amareleja, no Concelho de Moura. Destacou-se com atriz no teatro, televisão e cinema.
É considerada uma das melhores atrizes portuguesas tendo sido condecorada com Ordem Militar de Sant'Iago da Espada em 1981, em 1990 foi distinguida pelo Ministério da Cultura com a Medalha de Mérito Cultural, em 1991 é feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, em 2010 é elevada a Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'lago da Espada, em 2011 é elevada a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
É Doutora “honoris causa”pela Universidade de Évora, em 2009.


domingo, 30 de dezembro de 2018

São João Bosco (1815 - 1934)


São João Bosco nasceu em Castelnuovo Don Bosco a 16 de agosto de 1815 e destacou-se como sacerdote fundador da Pia Sociedade São Francisco de Sales e foi proclamado santo em 1934. Nasceu João Melchior Bosco e foi aclamado por São João Paulo II como o "Pai e Mestre da Juventude". Dom Bosco é o padroeiro da capital federal do Brasil, Brasília.

Amadeo Sousa Cardoso



Amadeo de Souza-Cardoso nasceu em Manhufe, freguesia de Mancelos, Amarante, 14 de novembro de 1887 e destacou-se como pintor. Amadeo de Sousa Cardoso pertenceu à primeira geração de pintores modernistas portugueses. Faleceu em Espinho, 25 de outubro de 1918.




sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Santa Teresa de Jesus (1525 - 1582)


Teresa de Ávila, conhecida como Santa Teresa de Jesus nasceu a 28 de março de 1525 com o nome de Teresa Sánchez de Cepeda y Ahumada, foi uma freira carmelita, mística e santa católica do século XVI, importante por suas obras sobre a vida contemplativa e espiritual e por sua atuação durante a Contra Reforma. Foi também uma das reformadoras da Ordem Carmelita e é considerada co-fundadora da Ordem dos Carmelitas Descalços, juntamente com São João da Cruz.
Santa Teresa de Jesus faleceu a 4 de outubro de 1582 em Alba de Tormes, Salamanca, Espanha.
Em 1622, quarenta anos depois de sua morte, foi canonizada pelo Papa Gregório XV.
 Em 27 de setembro de 1970, o Papa Paulo VI proclamou-a uma Doutora da Igreja e reconheceu seu título de Mater Spiritualium (Mãe da Espiritualidade), em razão da contribuição que a santa proporcionou à espiritualidade católica. Seus livros, inclusive uma autobiografia ("A Vida de Teresa de Jesus") e sua obra prima, "O Castelo Interior", são parte integral da literatura renascentista espanhola e do corpus do misticismo cristão. As suas práticas meditativas estão detalhadas em outra obra importante, o "Caminho para a Perfeição".
Depois de sua morte, o culto a Santa Teresa espalhou-se pela Espanha durante a década de 1620 principalmente durante o debate nacional pela escolha de um padroeiro, juntamente com Santiago Matamoros.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (1872 - 1918)

Caros leitores,

aqui vos deixamos a imagem de um sobrescrito circulado em correio azul da Loja CTT Restauradores em Lisboa para Faro no qual foi aposto o carimbo comemorativo datado de 2018.11.14 alusivo a Sidónio Pais.

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (Caminha1 de maio de 1872 — Lisboa14 de dezembro de 1918) foi um militar e político que, entre outras funções, exerceu os cargos de Deputado, de Ministro do Fomento, de Ministro das Finanças, de Embaixador de Portugal em Berlim, de Ministro da Guerra, de Ministro dos Negócios Estrangeiros, de Presidente da Junta Revolucionária de 1917, de Presidente do Ministério e de Presidente da República Portuguesa. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral.
Enquanto Presidente da República, de forma ditatorial, sem consultar o Congresso, suspendeu e alterou por decreto algumas normas da Constituição de 1911, protagonizando a primeira grande mudança no republicanismo português — a República Nova, de cunho presidencialista — transformando-se numa das figuras mais controversas da política portuguesa do século XX. O seu assassinato, no final de 1918, gerou grande comoção popular, culminando no poema-elogio fúnebre de Fernando Pessoa que lhe deu o epíteto de Presidente-Rei.
Em 1966, os seus restos mortais foram trasladados solenemente para o Panteão Nacional, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, aquando da sua inauguração. A cerimónia ocorreu no dia 5 de dezembro e homenageou igualmente com estas honras outros ilustres portugueses. Antes disso, o seu corpo encontrava-se na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Columbano (1857 - 1929)


Columbano Bordalo Pinheiro nasceu em Cacilhas a 21 de novembro de 1857 e destacou-se como pintor na corrente naturalista e realista.
A sua formação artística desenvolveu-se num ambiente familiar, entre os estudos de pintura holandesa e flamenga, exigidos pelo pai, o artista Manuel Maria Bordalo Pinheiro e o contacto com o realismo, sob influência do seu irmão mais velho, Rafael Bordalo Pinheiro. Em Lisboa, regista a camaradagem do Grupo do Leão, 1885, num grande retrato colectivo. Realiza várias decorações em palacetes particulares, como o Valenças, Museu de Artilharia e sala dos Passos Perdidos da Assembleia da República.
Dedica-se preferencialmente ao retrato de amigos e familiares, nos anos 80, numa paleta de tonalidades claras, que posteriormente escurece, nos retratos de intelectuais portugueses, já na viragem do século, numa característica pintura em mancha e tonalidades, terminando numa obsessiva preocupação pelo tratamento da luz que desmaterializa a figura. Pioneiro do realismo, as suas obras referenciam artistas como Velázquez, Rembrandt, Manet, Degas, Courbet, Fantin-Latour. Amigo de Sargent, próximo da estética do alemão Leibl, Columbano constrói uma original modernidade.
Faleceu, a 06 de novembro de 1929 em Lisboa.


Mais informação: http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/14/artists
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pinturas_de_Columbano_Bordalo_Pinheiro

domingo, 19 de novembro de 2017

Soeiro Pereira Gomes (1909 - 1949)


Joaquim Soeiro Pereira Gomes, nasceu em Gestaçô, Concelho de Baião, a 14 de abril de 1909 e destacou-se como escritor e militante do partido comunista português. É considerado um nome grande do realismo socialista em Portugal. Entre os seus trabalhos conta-se a obra Esteiros, publicada em 1941, considerada a sua obra-prima. “Os Esteiros” é uma obra de profunda denúncia da injustiça e da miséria social, que conta a história de um grupo de crianças que desde cedo abandona a escola para trabalhar numa fábrica de tijolos.
Faleceu em Lisboa, a 05 de dezembro de 1949 devido a doença oncológica (cancro pulmão).

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Ramalho Ortigão (1836 - 1915)


José Duarte Ramalho Ortigão nasceu em Santo Ildefonso no Porto a 24 de outubro de 1836 e destacou-se como escritor.
Matriculou-se com a idade de catorze anos no curso de Direito da Universidade de Coimbra, começando a leccionar francês no colégio dirigido por seu pai, o Colégio da Lapa, pouco tempo depois e no qual lhe sucedeu em 1860. Dedicou-se ao jornalismo, na função de crítico literário, e à produção de folhetins no "Jornal do Porto".
Interveio na célebre Questão Coimbrã (1865), defendendo Castilho, por meio do folhetim "Literatura de Hoje" batendo-se em duelo com Antero em razão disso.
Em 1868 veio para Lisboa como oficial da secretaria da Academia de Ciências, estabelecendo uma ligação com Eça de Queirós e com o grupo das Conferências do Casino. Em 1870 começa a publicação, no "Diário de Notícias", em folhetins, do Mistério da Estrada de Sintra, em parceria com Eça. Este convívio com Eça deve ter conduzido à sua adesão ao realismo.
Desde 1871 começa a publicar, também com Eça, As Farpas, definidas como panfletos de oposição social e política pelo riso que são publicadas mensalmente. A partir do final de 1872 a autoria desta publicação passa a ser somente de Ramalho, já que Eça vai para Havana, a fim de ocupar o cargo consular para que foi nomeado. Ramalho edita, mais tarde (de 1887 a 1891), As Farpas, por temas. Nestes escritos de sua autoria salienta-se o pendor didáctico da sua sátira política e social dentro do critério positivista mas sem renunciar aos valores patrióticos, a que acedeu, deixando o seu inconformismo revolucionário, e que o tornou figura de destaque na geração nacionalista que conduziu ao Integralismo Lusitano.
Ramalho Ortigão faleceu em Lisboa a 27 de setembro de 1915.



Mais informação em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ramalho_Ortig%C3%A3o
http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/ramalho_ortigao.html
http://www.arqnet.pt/dicionario/ramalhoortigao.html



sábado, 23 de setembro de 2017

Raul Maria Pereira


No centro histórico de Lima (Peru), classificado pela UNESCO como Patrimónios da Humanidade, um dos edifícios emblemáticos é a Casa de Correos y Telégrafos. Esta construção de estilo neo-renascentista é também conhecida como Pasage “Carmen” ou del Correo por ser uma monumental arcada coberta por uma estrutura de ferro e vidro, com quase 100 metros de largura, que, aquando da sua inauguração, em 1939, ligava as ruas de Palácio e Rincón de Santo Domingo. Esta notável obra arquitectónica é da autoria do luso-peruano Raul Maria Pereira, nascido em 1877, em Sabrosa (Vila Real), vindo a falecer em 1933, no Hospital Maison de Santé, em Lima.
Com 13 anos de idade matriculou-se na Academia de Belas-Artes do Porto, cidade onde veio a conhecer o Visconde de São João da Pesqueira, que lhe reconheceu o talento como pintor e lhe possibilitou, em 1903, a ida para Itália, onde frequentou os cursos da Academia de Roma. Nos quatro anos seguintes visitou Florença, Atenas, Istambul, Budapeste, Viena, Munique e Paris. Em 1907, antes de partir para o Equador, aceitando o convite para leccionar na Escola de Belas-Artes de Quito, passou por Portugal, onde retribui o apoio que recebera de seu mecenas com a oferta de vários retratos – a sua maior especialidade enquanto artista plástico – de membros da família. Algumas dessas obras pertencem hoje ao Museu Nacional de Soares dos Reis, do Porto. Na América do Sul, além de ser professor, encetou a sua actividade como arquitecto, sendo o autor do edifício, inaugurado em 1908, onde actualmente se encontra o Ministério da Defesa do Equador. Em 1911 foi nomeado cônsul de Portugal, do Brasil e dos Estados Unidos neste país.
No entanto, pouco depois mudou-se para Lima, sendo nomeado, em 1922, cônsul de Portugal no Peru. Casado com a filha do Presidente Augusto Leguía (1863-1932), transformou a sua casa num verdadeiro museu.
Também o Correo Central de Lima alberga agora o Museo Postal y Filatélico e a Pasage é um lugar de referência para os filatelistas de todo o mundo, em particular dos peruanos e sul-americanos.
As relações bilaterais entre Portugal e o Peru, que sempre foram cordiais, são agora reforçadas pela emissão conjunta deste selo evocativo do pintor e arquitecto Raul Maria Pereira no ano em que se comemoram 130 anos do seu nascimento.


Dados Técnicos:



Obliterações do 1º dia em:
Oblitérations du 1er jour à:
First day obliterations in:
LISBOA / PORTO / FUNCHAL / PONTA DELGADA
Emissão / émission / issue:
2007/08/10
Selos / timbres-poste / stamps:
€ 0,75 – 230 000
designer: Francisco Galamba
fotos/photos: Família Artº Raul Maria Pereira
papel / papier / paper: 110 g/m2
formato / format / size: 30,6x40 mm
picotagem / dentelure / perforation: 13 x 13 3/4
impressão / impression / printing: offset
impressor / imprimeur / printer: Cartor
Folhas / feuilles / sheets:
Com 50 ex. / avec 50 ex. / with 50 copies
Sobrescritos de 1º dia / enveloppes du 1er jour / FDC:
C6 - € 0,55
Pagela / brochure:
€ 0,70

Museu de Filatelia Sérgio G. Pedro

Divulgação e Promoção de Filatelia como bem Artístico e Cultural