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sábado, 7 de dezembro de 2024

Maria Teresa de Noronha (1918 - 1993)

 

Maria Teresa do Carmo de Noronha Guimarães Serôdio nasceu em Lisboa a 07 de novembro de 1918 e distinguiu-se como fadista.

Mostrando desde cedo uma grande aptidão para o Fado, começou por cantar em festas de família e amigos.

Em 1938 a Emissora Nacional convida Maria Teresa a atuar, tendo sido acompanhada pelo guitarrista Fernando Freitas e pelo violista Abel Negrão, numa apresentação aos ouvintes feita por D. João da Câmara. O êxito obtido levou-a a iniciar o programa semanal Fados e Guitarradas, que foi um substituto do programa de fados Retiro da Severa e esteve no ar 23 anos seguidos.

A sua maneira de se expressar, em que sobressaía a sua dicção perfeita, e a forma como dominava as figurações intrincadas como os «pianinhos» e os «roubados», tornou-a criadora de um estilo muito próprio, que fez escola e é considerado, por ventura, o mais puro do que se convencionará chamar-se Fado aristocrático 

Faleceu em São Pedro de Penaferrim (Sintra) a 4 de julho de 1993.


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Manuel Antunes (1918 - 1985)



Manuel Antunes nasceu na Sertã a 03 de novembro de 1918 e distinguiu-se como padre jesuíta, professor universitário e ensaísta português. Destacou-se pela sua erudição e capacidade de comunicação e pedagogia. Há uma biblioteca com o seu nome na Sertã.
A 3 de agosto de 1983, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’lago da Espada e a 06 de novembro de 2018, a título póstumo, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique
Manuel Antunes está imortalizado numa estátua na Sertã, da autoria de Vasco Berardo, inaugurada em 24 de junho de 2005.
Faleceu em Lisboa a 18 de janeiro de 1985.


sexta-feira, 23 de agosto de 2019

António Champalimaud (1918 - 2004)



António de Sommer Champalimaud, nasceu a 19 de março de 1918 na Lapa em Lisboa e destacou-se como empresário.
Construiu o seu império empresarial durante a ditadura do Estado Novo. A 15 de setembro de 1961, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Civil do Mérito Agrícola e Industrial.
O seu património foi estatizado pelo Governo de Vasco Gonçalves. Estendeu os seus negócios a Angola, Moçambique e ao Brasil onde manteve outro império empresarial.
Em 2004 foi citado na revista Forbes como sendo o 153.º multimilionário no mundo. Nesse ano foi agraciado com a Ordem da Liberdade atribuída por Jorge Sampaio. No seu testamento, legou 500 milhões de euros para a criação de uma fundação em Portugal, destinada à investigação na área da investigação biomédica. Devido à criação da Fundação Champalimaud a 6 de setembro de 2016, foi agraciado a título póstumo com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito.
António Champalimaud faleceu a 04 de maio de 2004 na Lapa em Lisboa.

Museu de Filatelia Sérgio G. Pedro

Divulgação e Promoção de Filatelia como bem Artístico e Cultural