domingo, 30 de dezembro de 2018

São João Bosco (1815 - 1934)


São João Bosco nasceu em Castelnuovo Don Bosco a 16 de agosto de 1815 e destacou-se como sacerdote fundador da Pia Sociedade São Francisco de Sales e foi proclamado santo em 1934. Nasceu João Melchior Bosco e foi aclamado por São João Paulo II como o "Pai e Mestre da Juventude". Dom Bosco é o padroeiro da capital federal do Brasil, Brasília.

Amadeo Sousa Cardoso



Amadeo de Souza-Cardoso nasceu em Manhufe, freguesia de Mancelos, Amarante, 14 de novembro de 1887 e destacou-se como pintor. Amadeo de Sousa Cardoso pertenceu à primeira geração de pintores modernistas portugueses. Faleceu em Espinho, 25 de outubro de 1918.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Santa Teresa de Jesus (1525 - 1582)


Teresa de Ávila, conhecida como Santa Teresa de Jesus nasceu a 28 de março de 1525 com o nome de Teresa Sánchez de Cepeda y Ahumada, foi uma freira carmelita, mística e santa católica do século XVI, importante por suas obras sobre a vida contemplativa e espiritual e por sua atuação durante a Contra Reforma. Foi também uma das reformadoras da Ordem Carmelita e é considerada co-fundadora da Ordem dos Carmelitas Descalços, juntamente com São João da Cruz.
Santa Teresa de Jesus faleceu a 4 de outubro de 1582 em Alba de Tormes, Salamanca, Espanha.
Em 1622, quarenta anos depois de sua morte, foi canonizada pelo Papa Gregório XV.
 Em 27 de setembro de 1970, o Papa Paulo VI proclamou-a uma Doutora da Igreja e reconheceu seu título de Mater Spiritualium (Mãe da Espiritualidade), em razão da contribuição que a santa proporcionou à espiritualidade católica. Seus livros, inclusive uma autobiografia ("A Vida de Teresa de Jesus") e sua obra prima, "O Castelo Interior", são parte integral da literatura renascentista espanhola e do corpus do misticismo cristão. As suas práticas meditativas estão detalhadas em outra obra importante, o "Caminho para a Perfeição".
Depois de sua morte, o culto a Santa Teresa espalhou-se pela Espanha durante a década de 1620 principalmente durante o debate nacional pela escolha de um padroeiro, juntamente com Santiago Matamoros.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (1872 - 1918)

Caros leitores,

aqui vos deixamos a imagem de um sobrescrito circulado em correio azul da Loja CTT Restauradores em Lisboa para Faro no qual foi aposto o carimbo comemorativo datado de 2018.11.14 alusivo a Sidónio Pais.

Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (Caminha1 de maio de 1872 — Lisboa14 de dezembro de 1918) foi um militar e político que, entre outras funções, exerceu os cargos de Deputado, de Ministro do Fomento, de Ministro das Finanças, de Embaixador de Portugal em Berlim, de Ministro da Guerra, de Ministro dos Negócios Estrangeiros, de Presidente da Junta Revolucionária de 1917, de Presidente do Ministério e de Presidente da República Portuguesa. Oficial de Artilharia, foi também professor na Universidade de Coimbra, onde leccionou Cálculo Diferencial e Integral.
Enquanto Presidente da República, de forma ditatorial, sem consultar o Congresso, suspendeu e alterou por decreto algumas normas da Constituição de 1911, protagonizando a primeira grande mudança no republicanismo português — a República Nova, de cunho presidencialista — transformando-se numa das figuras mais controversas da política portuguesa do século XX. O seu assassinato, no final de 1918, gerou grande comoção popular, culminando no poema-elogio fúnebre de Fernando Pessoa que lhe deu o epíteto de Presidente-Rei.
Em 1966, os seus restos mortais foram trasladados solenemente para o Panteão Nacional, na Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, aquando da sua inauguração. A cerimónia ocorreu no dia 5 de dezembro e homenageou igualmente com estas honras outros ilustres portugueses. Antes disso, o seu corpo encontrava-se na Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos.

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