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sábado, 11 de maio de 2024

Américo Thomaz (1894 - 1987)


Américo Deus Rodrigues Thomaz nasceu em Lisboa a 19 de novembro de 1894 e destacou-se como político e militar.

Entre outros exerceu os cargos de chefe de gabinete do Ministro da Marinha em 1936, presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante de 1940 a 1944 e Ministro da Marinha de 1944 a 1958. A 10 de agosto de 1942 foi elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis e a 1 de agosto de 1953 foi elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo. 

Foi o décimo terceiro Presidente da República Portuguesa (último do Estado Novo) de 1958 a 1975.

Com a revolução de 25 de Abril foi então demitido do cargo e expulso compulsivamente da Marinha, tendo sido enviado para a Madeira, donde partiu para o exílio no Brasil. 

Em 1978, O Presidente da República Ramalho Eanes permitiu o seu regresso a Portugal.

Faleceu a 18 de setembro de 1987 em Cascais.



sábado, 7 de agosto de 2021

Jorge Barradas (1894 - 1971)


 Jorge Nicholson Moore Barradas, ou "Barradinhas" de alcunha, nasceu em Lisboa a 16 de julho de 1894 e destacou-se como caricaturista, ilustrador, pintor e ceramista.

Jorge Barradas pertenceu à segunda geração de artistas modernistas portugueses, tendo participado nas primeiras tentativas renovadoras na arte portuguesa do século XX.

A partir de meados da década de 1940 redirecionou a sua obra, dedicando-se durante vinte anos à cerâmica e azulejo. De entre as menções honrosas e prémios atribuídos destacam-se, na vertente de pintura, o Prémio Columbano (1939), e, na vertente de ceramista, o Prémio Sebastião de Almeida (1949).

Faleceu no dia 30 junho de 1971 em Lisboa.

Para ver algumas das obras de Jorge Barradas


 


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Florbela Espanca (1894 - 1930)


Flor Bela Lobo nasceu em Vila Viçosa a 8 de dezembro de 1894 e destacou-se como escritora
Florbela apesar de ser mais reconhecida como poeta escreveu poesia, contos, um diário e epístolas; traduziu vários romances e colaborou ao longo da sua vida em revistas e jornais de diversa índole. Contudo, é à sua poesia, quase sempre em forma de soneto, que ela deve a fama e o reconhecimento. A temática abordada é principalmente amorosa dando destaque a sentimentos como solidão, tristeza, saudade, sedução, desejo e morte. A sua obra abrange também poemas de sentido patriótico,como o soneto "No meu Alentejo" é uma glorificação da terra natal da autora.
Florbela Espanca faleceu em Matosinhos a 8 de dezembro de 1930.
Sobrescrito com selo alusivo a Florbela Espanca e carimbo de 1.º dia de circulação referente aos Vultos da História e da Cultura de 2014

Museu de Filatelia Sérgio G. Pedro

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