Neste blogue temos biografias de pessoas importantes na história da humanidade que foram retratadas em selos, carimbo comemorativo, franquia mecânica ou outro suporte filatelico. Desta forma esperamos contribuir para uma nova forma de apresentar o coleccionismo de selos na internet.
📌 “Este blog integra o ecossistema: Museu de Filatelia Sérgio Pedro: Estudos, peças raras, maximafi
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
Vianna da Motta (1868 - 1948)
domingo, 15 de dezembro de 2019
António Vilar (1912 - 1995)
António Vilar Justiniano dos Santos (1912 – 1995)
O homem que emprestou o rosto a algumas das personagens mais emblemáticas do panteão literário e cultural português – do impiedoso D. Pedro ao mundano Camões – nasceu a 13 de Outubro de 1912, na cidade de Lisboa, e, antes de se consagrar do lado de lá das câmaras, foi cantor de rádio, repórter d’ O Século, empregado bancário e assistente de realização.
Não obstante pequenas participações no cinema, a sua iniciação, propriamente dita, tem lugar no filme Feitiço do Império, numa actuação que não passou despercebida. Dois anos mais tarde, António Vilar interpreta o seu primeiro papel de galã, dando vida a Carlos Bonito, no incontornável O Pátio das Cantigas.
De sucesso em sucesso, Vilar consolida a sua carreira, ante a apreciação cada vez mais acalorada dos críticos. Os papéis de Pedro, o Cru, em Inês de Castro, e de Camões, no filme homónimo de Leitão de Barros estreado em 1946, abriram-lhe as portas para o mundo.
Nos anos subsequentes, António Vilar trabalha na Argentina, em Itália, no Brasil, nos Estados Unidos da América, em França e em Espanha, país onde se instala, no final da década de 40, e onde protagoniza cerca de 40 filmes.
Agraciado por inúmeras, o actor dedica os últimos anos ao sonho de produzir um filme sobre Fernão de Magalhães, aí investindo a sua fortuna pessoal. Gorado o sonho de trazer ao grande ecrã os feitos do navegador, resta a réplica de uma nau, doada, após a sua morte, ao espólio da Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses.
sábado, 7 de dezembro de 2019
Albert Thomas (1878 - 1932)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Um lugar para o Colecionismo: Postal Máximo Harry Potter - Maggie Smith - Minerv...
domingo, 10 de novembro de 2019
Jan Hus (1369 - 1415)
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Um lugar para o Colecionismo: Selos de Portugal 2019 mini feuille FDC 150 anos M...
António Aleixo (1899 - 1949)
domingo, 3 de novembro de 2019
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terça-feira, 29 de outubro de 2019
Menezes Ferreira (1889 - 1936)
domingo, 20 de outubro de 2019
Um lugar para o Colecionismo: FDC Lisboa - Emissão Filatélica Eusébio Sempre
sábado, 19 de outubro de 2019
Robert Stephenson Smyth Baden-Powell (1857 - 1941)
Robert Stephenson Smyth Baden-Powell nasceu em Londres a 22 de fevereiro de 1857 e destacou-se como militar e fundador do movimento escotista
Na Guerra do Transvaal em 1889, onde comandou a guarnição de Mafeking, importante entroncamento ferroviário, cuja posse era de grande valor estratégico. A cidade foi duramente atacada, durante 217 dias, pelas forças inimigas, entre os anos de 1899 e 1900. Como havia poucos soldados regulares em Mafeking, Baden-Powell treinou os cidadãos capazes de empunhar uma arma e para isso teve que organizar um grupo de jovens cadetes, os adolescentes da cidade, que desempenhavam todas as tarefas de apoio, tais como: cozinha, comunicações, primeiros socorros, etc. Graças a esses recursos, à inteligência e coragem de seu comandante, foi possível a cidade resistir a forças muito superiores, até que chegassem reforços.
Graças aos seus feitos na vida militar, Baden-Powell tornou-se um herói no seu país. Durante uma viagem a Inglaterra, Baden-Powell viu alguns rapazes criarem brincadeiras através de um livro, que ele havia escrito para batedores do exército e que continha explicações sobre como acampar e sobreviver em regiões selvagens. Então, conversando com os amigos, ele entusiasmou-se e resolveu realizar, em 1907, na ilha de Brownsea, um acampamento com vinte rapazes dos 12 aos 16 anos, onde transmitiu conhecimentos técnicos tais como: primeiros socorros, observação, técnicas de segurança para a vida na cidade e na floresta, etc.
Devido aos bons resultados deste acampamento, Baden-Powell começou a escrever o livro "Escutismo para Rapazes" que, inicialmente, foi publicado em fascículos e vendido nas bancas de jornais, durante o ano de 1908. Os jovens ingleses entusiasmaram-se tanto com o livro que Baden-Powell organizou e fundou o Movimento Escutista.
Rapidamente o Escutismo alastrou-se por vários países do mundo.
Faleceu em Nieri (Quénia) a 8 de janeiro de 1914.











